A origem do Akita é bastante controversa. Alguns historiadores chegam a afirmar que os ancestrais do Akita eram provenientes da Europa, tendo surgido no Japão antes destas terras terem sido separadas pelo mar. O que ninguém questiona é sua antiguidade: sua presença foi registrada há mais de 300 anos.
Inicialmente, os Akitas Inu eram mais fortes do que os Tosas mas, gradualmente, foram sendo superando devido ao cruzamento dos Tosas com cães europeu. Em razão do aumento da mestiçagem e preocupado em manter a pureza da raça, o prefeito de Odate fundou, em 1927, a Akita-Inu Preservation Society. Nesta mesma época, o interesse por briga de cães começou a declinar

PERSONALIDADE

O Akita não é exatamente um cão ‘brincalhão’, mas sabe conviver muito bem com os membros de sua família a fim de obter carinho e atenção. Também não é do tipo que faça festa com estranhos e até mesmo mostra-se reticente com as pessoas que não são do seu convívio diário.
O Akita está na 54ª posição do ranking de inteligência para o trabalho elaborado por Stanley Coren - veja em A Inteligência dos Cães. Seus resultados podem ser explicados pela dificuldade "natural" que tem em aceitar ordens de estranhos. Por isso, recomenda-se que desde cedo o próprio dono invista algumas hora na educação de seu cão.
O FILHOTE

Akitas são cães limpos e não tem dificuldade em aprender as regras básicas de higiene. Apesar de ser uma raça bastante independente, preferem estar perto dos donos do que sozinhos no fundo do quintal. Exercícios regulares são altamente recomendados para evitar que se transformem em cães entediados e destruidores.
PROBLEMAS COMUNS A RAÇA
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Um akita especial para o mundo
Hachi-ko ou Hachiko (pronuncia-se HA-chi-ko) nasceu em Novembro de 1923 em Odate, na provincia de Akita, no Japão.
No ano seguinte o professor Ueno trouxe ele para Tokyo.
Hachi-ko seguia o professor Ueno a todos os lugares. Ele acompanhava Ueno à estação de trem de Shibuya toda manhã e então retornava e esperava por ele toda tarde.
Mas um dia, em Maio de 1925, o professor Ueno não voltou. Ele sofreu um ataque fulminante enquanto trabalhava. Então a Senhora Ueno deu Hachiko a alguns parentes do professor, mas ele escapava constantemente, aparecendo com frequência na sua antiga casa.
Depois de um certo tempo, aparentemente Hachi-ko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali. Então tornou a procurar na estação de trem onde o encontrara por diversas vezes antes. Dia após dia ele esperava pelo retorno do seu amigo e mestre entre os apressados passageiros.
A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachiko e Professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer pestiscos e comida para alivar sua vigília.
Por aproximadamente 10 anos contínuos o devotado Hachi-ko retornava a estação de trem de Shibuya, mais precisamente no horário do desembarque do trem em que Ueno chegava, na esperança de encontrar seu mestre.
Hachi-ko fez isto até a sua morte em 8 de Março de 1935.
No ano seguinte o professor Ueno trouxe ele para Tokyo.
Hachi-ko seguia o professor Ueno a todos os lugares. Ele acompanhava Ueno à estação de trem de Shibuya toda manhã e então retornava e esperava por ele toda tarde.
Mas um dia, em Maio de 1925, o professor Ueno não voltou. Ele sofreu um ataque fulminante enquanto trabalhava. Então a Senhora Ueno deu Hachiko a alguns parentes do professor, mas ele escapava constantemente, aparecendo com frequência na sua antiga casa.
Depois de um certo tempo, aparentemente Hachi-ko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali. Então tornou a procurar na estação de trem onde o encontrara por diversas vezes antes. Dia após dia ele esperava pelo retorno do seu amigo e mestre entre os apressados passageiros.
A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachiko e Professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer pestiscos e comida para alivar sua vigília.
Por aproximadamente 10 anos contínuos o devotado Hachi-ko retornava a estação de trem de Shibuya, mais precisamente no horário do desembarque do trem em que Ueno chegava, na esperança de encontrar seu mestre.
Hachi-ko fez isto até a sua morte em 8 de Março de 1935.
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